segunda-feira, 25 de novembro de 2019

POLÍTICA - PT reelegeu Gleisi Hoffman como presidente

O Partido dos Trabalhadores (PT) reelegeu, no domingo ( dia 24 de novembro) a deputada federal pelo Paraná Gleisi Hoffman como presidente da legenda. Segundo o Portal G1, a  eleição foi feita durante o 7º Congresso do partido, que aconteceu durante os dias 22, 23 e 24 em São Paulo e elegeu também os membros do Diretório Nacional. Gleisi Hoffmann obteve 558 votos (71,74%). Valter Pomar, militante do partido e ex-secretário executivo do Foro de São Paulo, obteve 91 votos (11,67%). Margarida Salomão, deputada federal por Minas Gerais, obteve 131 votos (16,79%). Em discurso, Gleisi criticou o atual governo, e também falou sobre as eleições municipais de 2020 e possibilidades de alianças. “Onde nós tivermos companheiros que possam enfrentar o governo Bolsonaro, o retrocesso, e estiverem no campo progressista, nós temos a obrigação de conversar e discutir sempre sabendo qual é o lugar do PT, qual é o papel do PT, porque nós queremos ter voz nas eleições municipais de 2020”. Gleisi assumiu o comando do partido em julho de 2017 para um mandato de dois anos, em substituição à Rui Falcão. Ela foi a primeira mulher eleita como presidente do partido. As eleições deste domingo elegeram Gleisi para um mandato de quatro anos. Além disso, foram eleitos os 90 integrantes do Diretório Nacional do partido, cuja maioria foi disputada por sete chapas. Cerca de 800 delegados do PT votaram na eleição. A deputada Gleisi Hoffmand representa atualmente a corrente CNB (Construindo um Novo Brasil), da qual o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também faz parte. Gleisi é investigada por envolvimento em uma organização criminosa junto com seu marido e ex-ministro Paulo Bernardo. Eles são suspeitos de terem cometido crimes contra a administração pública e lavagem de dinheiro em ministérios e estatais. Em junho deste ano, a então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o envio, para a 13ª Vara Federal de Curitiba – responsável pelo julgamento dos processos da Lava Jato no Paraná –, de denúncia contra Gleisi e Paulo Bernardo.

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